De acordo com a Sky Sport Italia, Paolo Maldini e Leonardo renunciaram aos seus cargos na Federação Italiana de Futebol (FIGC).
Isso acontece dias depois de cargos importantes terem sido ocupados como parte de uma grande mudança na gestão da seleção nacional.
Maldini, nomeado diretor técnico em 11 de julho, foi encarregado de reconstruir a seleção nacional depois de não ter conseguido se classificar para a terceira Copa do Mundo consecutiva.
Ele renunciou apenas 16 dias depois, com o ex-internacional brasileiro Leonardo sendo contratado como seu conselheiro, que também saiu.
Isso vem depois que Andrea Pirlo confirmou Ele não era mais candidato ao cargo de técnico da seleção nacional.
O vencedor da Copa do Mundo e ex-meio-campista do AC Milan e da Juventus anunciou sua retirada da disputa pelo cargo de técnico da Itália via Instagram na segunda-feira.
Ele disse: “Ontem à noite ouvi que não sou mais candidato à seleção italiana”.
A decisão de Pirlo segue-se a uma pressão política significativa sobre o seu acordo de patrocínio com a empresa de apostas russa Fonbet.
Vários políticos italianos opuseram-se veementemente, argumentando que o seleccionador nacional não deveria ser associado a opiniões que se opõem à posição da Itália de apoio à Ucrânia durante o conflito em curso com a Rússia.
Pirlo, que estava prestes a deixar o Dubai United chefe da ItáliaDefendeu o contrato como “exclusivamente para fins comerciais e desportivos”, ligado ao seu emprego nos Emirados Árabes Unidos.
Ele acrescentou: “Impor um significado político a esta cooperação é impor-me crenças que nunca expressei e que não me pertencem”.
Suas anteriores passagens malsucedidas no comando da Juventus e da Sampdoria já o haviam tornado uma escolha impopular.
Pirlo se tornou o favorito depois que Carlo Ancelotti e Pep Guardiola recusaram ofertas.
As atenções se voltaram para os ex-técnicos da Itália Antonio Conte e Roberto Mancini.
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