O Vaticano recusou-se a participar no conselho de paz do presidente Donald Trump, com o seu principal diplomata a dizer que a gestão da crise internacional deveria ser gerida pelas Nações Unidas e não por um órgão liderado pelos EUA.
O cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado da Santa Sé, disse aos repórteres na terça-feira que o Vaticano não participaria da iniciativa, que, segundo Trump, supervisionaria o regime interino em Gaza e potencialmente se expandiria para resolver outros conflitos globais. A decisão surge apesar de um convite feito em Janeiro ao Papa Leão XIV – o primeiro papa nascido nos EUA e crítico de algumas das políticas de Trump – e da preparação do conselho. Sua primeira reunião foi realizada em Washington Discutir a reconstrução de Gaza em meio à crise internacional em curso sobre a iniciativa.

Esta é uma história em desenvolvimento. Mais a seguir.

















