
Projeto de taxa ambiental em Aparecida é retirado A Prefeitura de Aparecida decidiu retirar da Câmara Municipal o projeto de lei que prevê cobrança de taxa turística para veículos que entram na cidade. O motivo dessa decisão não foi divulgado pela administração municipal. ✅ Clique aqui para acompanhar o canal g1 Vale do Paraíba e Região no WhatsApp O projeto tramita na Comissão da Câmara, mas foi retirado pelo prefeito Zé Louquinho (PL) no dia 6 de janeiro. Inicialmente, o projeto que previa a cobrança foi protocolado na Câmara em setembro. Em outubro, enquanto tramitava na comissão, o texto foi retirado pelo prefeito Jay Luquinho (PL). Aparecida Lucas Tavares/g1 Santuário Nacional Na época, a Câmara Municipal também não explicou o motivo da remoção. O esquema foi aberto em novembro e cobranças diárias foram cobradas dos motoristas quando o veículo entrou na cidade. O valor é calculado com base na unidade tributária municipal, UFM. O g1 questionou o motivo da nova desistência, mas a administração municipal se limitou a dizer que foi uma decisão do prefeito. Prefeito apresenta novo plano tributário do turismo para Aparecida Não há previsão de reapresentação do plano. Assim, ainda não há taxa para entrar na cidade. O esquema prevê cobrança para entrada na cidade e o valor varia de acordo com o tipo de veículo. R$ 10,02 para carros; R$ 5,01 para motocicletas; R$ 20,03 para vans ou combis; R$ 40,06 para micro-ônibus; e R$ 70,11 pelo ônibus. O projeto incluiu isenção de tarifas para veículos licenciados em Aparecida, Guaratinguetá, Potim, Roseira, Lorena, Canas, Cachoeira Paulista, Cunha e Piquet. Pela proposta, trabalhadores e prestadores de serviços residentes em outras localidades, veículos de órgãos governamentais e concessionárias de serviços governamentais também ficaram isentos do imposto. No documento, o autarca defendeu que a finalidade da taxa de turismo sustentável é “proteger, conservar e preservar o ambiente e o turismo sustentável, através da entrada e circulação de veículos automóveis que utilizam a infraestrutura pública municipal, reduzindo e compensando assim os impactos socioeconómicos-ambientais daí resultantes”. Sobre o projeto, o prefeito também destacou que a cobrança poderá ser feita pela própria Prefeitura ou por meio de licitação de empresa terceirizada. Por fim, no documento ele defende a criação de um fundo ambiental municipal para gerir os recursos e destinar adequadamente os valores arrecadados com as taxas. Veja mais novidades da região do Vale do Paraíba e Bragantina

















