Em 2015, a barragem de Fundão, da mineradora Samarco, lançou no meio ambiente mais de 40 milhões de m³ de rejeitos de minério. Destruiu aldeias, poluiu rios, chegou ao mar no Espírito Santo e matou 19 pessoas. A Samarco anunciou que já utiliza mais de 200 espécies nativas e que as Universidades Federais de Minas Gerais (UFMG) e de Viçosa (UFV) são parceiras no processo de reparação ecológica da Bacia do Rio dos.


















