Na Pity Tower de Rie Quadan, o protagonista depende de um chatbot chamado “AI construído” para fazer perguntas sobre as origens de novas palavras japonesas emprestadas de línguas estrangeiras.
Ela então entende a tendência de “não explicar coisas que nunca pedi” para promover o envolvimento. As ferramentas de inteligência artificial (IA) estão “muito acostumadas a roubar as palavras de outras pessoas para não ficar envergonhadas, para não ficar envergonhadas”, ressalta.


















