O policial esclareceu que, por ter mudado a cor do carro sem autorização, passou 30 dias no quartel, mas o coronel decidiu pintar o restante da frota de preto. “Quando os Blazers foram encomendados em 1999, eles já eram pretos de fábrica, ou seja, a Rotam adotou o preto para seus carros. Hoje, a Rotam tem uma marca: os veículos pretos são uma marca de segurança e da população trabalhadora”, relatou.

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