Foi na prisão que começou a trabalhar na sua “inteligência” e com a ajuda dos amigos que fez no sistema, quis provar a sua inocência e identificar o verdadeiro culpado. A notícia da prisão de Warley Carvalho Dias veio por telefone à meia-noite. “Cláudio, o verdadeiro culpado foi preso. Vossa honra está clara”, lembrou ter ouvido. “Porque, querendo ou não, minha honra não estava clara. Então, eu não sabia se chorava, se pulava, se gritava.”


















