
Empresário morto a tiros durante briga de bar em Rio Preto O segurança Keven Igor Silvera Novas, 25, foi acusado de homicídio culposo nesta quarta-feira (26) pelo assassinato do empresário Giovanni Sovolkin, 30, em São José do Rio Preto (SP). Hoje, quarta-feira (26), completa-se um mês do crime. Segundo Marcelo Ferrari, representante responsável pelo caso, a investigação ainda não está concluída e depende do resultado de laudo pericial sobre imagens da briga registradas no dia do crime. 📲 Participe do canal g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp A diferença entre reportagens Os resultados de eficiência do IC foram obtidos com exclusividade pela produtora da TV TEM, Janaína de Paula, na terça-feira (18). Em nota enviada aos jornalistas no dia seguinte, os advogados Renato Marão e Carlos Niemar afirmaram que, independentemente da conclusão sobre o tiroteio, Kevin agiu em legítima defesa dos pais. Leia abaixo. O relatório do IML foi divulgado uma semana antes do relatório do IC e indicava que os dois tiros que atingiram o empresário foram disparados pela frente. Keven, de 25 anos, é suspeito de ter atirado duas vezes no braço e no peito da vítima durante a discussão. A briga foi gravada por clientes. Veja acima. O Ministério Público de São Paulo (MPSP) reconheceu a necessidade de aprofundar a investigação e buscou um rumo complementar após a divergência de informações nos relatórios do IML e do IC. O tribunal estabeleceu um prazo de 90 dias para concluir a investigação. Após o crime, o suspeito entrou no carro e fugiu. Ele trabalhava como segurança em eventos e casas noturnas e foi considerado foragido pela polícia após decretar sua prisão temporária. Kevin não estava trabalhando no bar no momento do crime. O mandatário responsável pela investigação, Marcelo Ferrari, confirmou que já ouviu dez testemunhas e acusou o pai de Keven de porte de arma de fogo, uma vez que a arma utilizada no homicídio, uma pistola “Point 40”, pertencia a ele, que é caçador, atirador e colecionador (CAC). Conforme apurado pela TV TEM Produções, não há registro de aprovação da Polícia Federal para que Keven possua ou porte arma “Ponto 40” considerada de uso limitado. O incidente foi registrado como homicídio. Um inquérito policial foi aberto no 1º Distrito Policial de Rio Preto. A investigação não acabou. Empresário assassinado em bar em Rio Preto (SP) Reprodução/Câmera de segurança Kevin Igor Silvera Novus suspeito de atirar duas vezes em empresário em Rio Preto (SP) Notas completas da defesa de Kevin a partir de arquivo pessoal “A defesa deixa claro que, independentemente dos detalhes periciais sobre o projétil, após ser centralmente co-parental do cliente, o colega de trabalho de nosso cliente foi atacado com um ‘voador’ e espancado quando uma briga começou. Para evitar e sair do bar sem agilizar sua saída, agiu como último recurso para proteger seus pais, que foram violentamente agredidos na cabeça, inclusive sua mãe, que há seis meses saiu da UTI após um acidente vascular cerebral e corria perigo de morte, é muito importante que após seu nascimento os agressores estivessem na posição de outra pessoa, e as dez testemunhas listadas no caso confirmam plenamente que nosso cliente não iniciou a briga e fez o possível para evitar confusão sem usar armas, e ele acredita que sua ação foi um ato desesperado para proteger a família. Rio Preto (SP) Arquivo Privado Imagens da morte a tiros de Giovanni Sovolkin da Silva As imagens registradas pelos clientes do estabelecimento mostram confusão do lado de fora do bar. Outra câmera de segurança mostra o momento exato em que Kevin atirou e feriu Giovanni, que caminhava pela rua. Então ele desmaiou. Veja o início do relatório. O corpo de Giovanni foi sepultado em Potirendaba (SP) no dia 27 de outubro. Conforme apurou a reportagem, a briga começou por ciúmes depois que o irmão de Giovanni se incomodou com o suspeito, que supostamente estaria interessado no amigo. Relatos contam que, para proteger o irmão, Giovanni se envolve em uma discussão e acaba sendo baleado pelo agressor. Kevin Igor Silvera Novas matou um segurança e um empresário no arquivo particular de Rio Preto (SP).


















