LYON – Um motorista de táxi francês acusado de roubar dinheiro e bagagem de um funcionário do governo britânico foi absolvido em 3 de novembro devido à insuficiência de provas, anunciaram os promotores.
O motorista de 40 anos, que morava na cidade de Avignon, no sudeste, levou David Lamy e sua esposa por mais de 600 quilômetros de Forli, no norte da Itália, até a estação de esqui de Flaine, nos Alpes franceses, em 11 de abril.
Mas no final da viagem, “o tom aumentou” sobre quanto custaria a viagem, disse o promotor de Bonneville, Boris Dufour, em maio.
O motorista então deixou a bagagem do passageiro no porta-malas do carro.
“Ele os entregou na delegacia da cidade no dia seguinte”, o que foi considerado roubo devido ao tempo que ele os possuía, disse o juiz.
O motorista acusou Lamy na mídia de se recusar a pagar a passagem e queixou-se de violência.
Em Londres, o Ministério das Relações Exteriores negou que o ministro tenha se recusado a pagar a passagem, estimada em 1.550 euros (2.300 dólares canadenses), e chamou o casal, que estava de férias particulares, de “vítimas”.
O casal estava na Itália para se juntar ao chefe de Estado britânico, Carlos III, em uma visita de estado.
Tanto Lamy quanto o motorista apresentaram acusações, mas apenas a do ministro foi considerada grave, e o francês foi acusado de “roubo de dinheiro e bens pessoais”.
Dufour disse que o motorista foi absolvido por falta de provas.
Lamy substituiu Yvette Cooper como secretário dos Negócios Estrangeiros em setembro e é atualmente procurador-geral e vice-primeiro-ministro do Reino Unido. AFP


















