
Donald Trump, presidente dos EUA, e Nicolás Maduro, o líder do chavismo venezuelano Kevin Lamarck e Manaure Quintero/Reuters Donald Trump diz acreditar que os dias de Nicolás Maduro como presidente venezuelano estão “contados”. A afirmação veio em entrevista concedida à CBS, emissora norte-americana. ✅ Acompanhe o canal de notícias internacional g1 no WhatsApp Trechos da entrevista foram publicados no perfil do Governo dos EUA no X. O repórter perguntou: “Os dias de Maduro como presidente estão contados?” Trump respondeu: “Eu diria que sim, acho que sim”. A ação de Trump sobre a Venezuela pode ser catastrófica, diz especialista à NEXT, ele é questionado sobre a realidade de um possível ataque terrestre à Venezuela, e o presidente dos EUA responde que não dirá sim ou não. Ele então perguntou por que faria isso, e Trump respondeu: “Porque eu não diria a um repórter o que atacaria”. Assista à entrevista abaixo. Leia também o texto do plugin de abertura A explosão que abalou o deserto: Como foi o ‘Divisor’, o último teste nuclear dos EUA, 33 anos atrás Os tribunais dos EUA bloquearam a ordem de Trump que obrigava os eleitores a provarem a cidadania americana antes de votar. Trinidad e Tobago colocou seu Exército em “alerta geral” nesta sexta-feira (31) diante da crise entre Estados Unidos e Venezuela e ordenou o retorno das tropas aos quartéis. A decisão foi anunciada numa mensagem das forças de defesa do país, à qual a agência de notícias AFP teve acesso. A medida ocorre em meio à mobilização militar dos EUA no Caribe contra o tráfico de drogas, uma operação que a Venezuela considera uma “ameaça” e parte de um plano de “mudança de regime”. “ALERTA ALTO: Com efeito imediato, a Força de Defesa de Trinidad e Tobago (TTDF) está em nível de alerta. Todos os membros devem se reportar às suas respectivas bases”, dizia a mensagem enviada aos oficiais pelas forças armadas. “Todos são fortemente aconselhados a tomar as medidas necessárias com as suas famílias e a fazer os preparativos pessoais necessários para o confinamento”. No mês passado, os Estados Unidos lançaram operações contra navios alegadamente envolvidos no tráfico de droga nas Caraíbas e no leste do Pacífico. Mais de 60 pessoas morreram desde o início da operação. O incidente ocorre pouco depois de Washington acusar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de liderar um cartel de drogas. Maduro nega as acusações e afirma que os Estados Unidos querem promover uma mudança de regime para se apropriar dos bens venezuelanos. Um navio de guerra americano participou de exercícios conjuntos em Trinidad e Tobago entre domingo e quinta-feira (30). Caracas classificou a presença como “provocação militar” para provocar conflito. Esta sexta-feira, o presidente Donald Trump disse que não planeja atacar a Venezuela. A fala contrasta com reportagem publicada pelo jornal “The Wall Street Journal” nesta quinta-feira (30), que dizia que Washington estuda a possibilidade de bombardear uma base militar na Venezuela. EUA divulgam fotos de fuzileiros navais atirando com metralhadoras no Mar do Caribe EUA divulgam fotos de fuzileiros navais atirando com metralhadoras no Mar do Caribe O Comando Sul dos EUA divulgou nesta quinta-feira (30) um vídeo mostrando fuzileiros navais conduzindo operações de fogo real no Mar do Caribe. Nas imagens, eles são vistos disparando metralhadoras contra um barco. Veja acima. “As forças militares americanas estão posicionadas na região em apoio à missão do Comando Sul, às operações ordenadas pelo Departamento de Guerra e à prioridade do Presidente para acabar com o tráfico ilegal de drogas e proteger o território americano”, revelou. Os militares dos EUA nas Caraíbas têm destróieres lançadores de mísseis, caças F-35, um submarino nuclear e milhares de soldados. Desde o início de Setembro, mais de dez barcos suspeitos de fazerem parte do tráfico de droga foram bombardeados nas Caraíbas e no Pacífico. O ataque aumentou as tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela. Segundo a imprensa norte-americana, as autoridades de defesa alegaram que o objetivo final da ação seria derrubar o governo de Nicolás Maduro. O Pentágono divulgou poucas informações sobre a operação, incluindo a quantidade de drogas apreendidas e as identidades dos mortos no barco. Nações Unidas critica ataque de fuzileiros navais durante exercício no Mar do Caribe O Comando Sul dos EUA pediu nesta sexta-feira (31) à Organização das Nações Unidas (ONU) que o governo de Donald Trump acabe com os ataques a navios suspeitos de tráfico de drogas no Caribe e no Pacífico. O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, classificou o ataque ao barco como uma “execução extrajudicial”. “Estes ataques, com o seu crescente custo humanitário, são inaceitáveis. Os Estados Unidos devem parar estes ataques e tomar todas as medidas necessárias para evitar as execuções extrajudiciais das pessoas a bordo destes navios, independentemente de qualquer atividade criminosa”, escreveu Tusk num comunicado. Na semana passada, a Colômbia também criticou publicamente o ataque ao navio e apelou a execuções extrajudiciais. O governo venezuelano afirma que a operação visa mudar o regime do país. Vídeo: Mais visto no G1


















