Em 1881, as autoridades alfandegárias americanas interromperam um envio suspeito de açúcar, acreditando que sua cor havia sido alterada. Sob o código tarifário predominante, quanto mais escura a cor, menor a nota e mais leve a taxa. Um teste químico confirmou que os funcionários estavam corretos. O caso foi até a Suprema Corte da América, que determinou que o importador poderia de fato alterar a mercadoria para diminuir a taxa de serviço e, portanto, não havia feito nada errado.

Não passa uma semana sem novas ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, para dar novos deveres sobre as importações na América. As tarifas abrangentes correm o risco de se tornar “existencial” para as empresas, diz Edward Steiner, da Sandler, Travis & Rosenberg, um escritório de advocacia. Para muitos, realocar a produção para a América – o resultado desejado de Trump – permanece proibitivamente caro. Portanto, é provável que as empresas explorem abordagens mais criativas.

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