“São Paulo é um lugar que amamos e odiamos”, diz Simone Arruda sobre sua cidade natal brasileira. “E quem conhece sabe que quando chove tudo vai para o lixo.”

Arruda tirou esta foto na hora do rush, em uma noite abafada de março. Ela voltava para casa passando pela Brass Station, “um grande pólo do bairro que está sempre extremamente movimentado por causa de seu intenso comércio”, diz ela.

Em meio aos passageiros cansados ​​e encharcados, ele viu pela janela do trem aqueles que já haviam garantido as passagens para casa. Embora as cores e o contraste chamassem sua atenção, foi a cena humana que o fez pegar o telefone.

“Adoro captar a leitura das pessoas”, diz ela, “porque representa um momento de introspecção, de um pouco de paz em meio a toda a agitação”. “Além disso, o olhar para cima da mulher à direita leva meus olhos diretamente para a luz vermelha, o que indica que as portas estão se fechando. É como se ela estivesse pensando: ‘Finalmente, este trem está prestes a se mover’, então há um elemento de consolo aqui também.”

Arruda manteve-se fiel à ambientação da cena enquanto aplicava pequenos ajustes de saturação e nitidez. “Sempre evito exageros”, diz ela. “Nunca quero fazer as coisas parecerem artificiais ou mudar sua verdadeira essência. Embora a chuva traga o caos, ela também torna tudo tão cinematográfico.

Source link

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui