
Servidor Rodrigo Moreira de Figueiredo alvo de operação por tráfico de drogas sintéticas Reprodução O conselheiro do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) Rodrigo Moreira de Figueiredo realizou audiência de custódia na tarde desta quarta-feira (26) após ser preso sob suspeita de integrar grupo criminoso que vende drogas sintéticas no estado de Cuava. g1 tenta identificar a defesa do acusado. Outros oito suspeitos foram presos. A movimentação ocorreu durante a Operação Vertigom deflagrada pela Polícia Civil, que também foi justificada no Rio de Janeiro. ✅ Clique aqui para acompanhar o canal do g1 MT no WhatsApp Na audiência, o juiz Moassir Tortato manteve a prisão de Rodrigo. Porém, como o caso está sob sigilo judicial, nenhum detalhe foi divulgado. O TJMT informou, em nota, que o servidor foi destituído do cargo e destacou que os fatos investigados são pessoais e nada têm a ver com as atividades que exerceu na Justiça. O TJMT reafirmou seu “compromisso com a ética, a transparência e a legitimidade”. A polícia disse que a investigação começou em 2023, após cumprimento de ordem judicial na Operação Dos Amargo, quando o assessor também foi alvo da ação. Na ocasião, foram apreendidos em sua casa diversos aparelhos eletrônicos e documentos que comprovavam o envolvimento do suspeito no crime. Segundo a Polícia Civil, também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão. As ordens foram dadas pelo Centro Justiça 4.0 do Juiz de Garantias no Polo de Kuaba. A polícia disse que, à medida que a investigação avançava, foi possível descobrir uma rede de fornecedores de drogas ligados a funcionários públicos. Entre esses fornecedores, o principal alvo da operação, Cuiabar, é um traficante. Segundo a polícia, ele enviava drogas do Paraguai para a capital mato-grossense. A investigação revelou ainda que o servidor desempenhava papel central no grupo de distribuição de compra de entorpecentes, envolvia suspeitos de alto poder aquisitivo e lucrava com atividades ilegais. Segundo a Delegacia Especializada em Entorpecentes (DENARC), responsável pela investigação, o alvo estava envolvido na venda de diversas drogas, como ecstasy, MDMA e LSD, além de outras substâncias como “Lolo”, lançadores de perfume e clorofórmio. A Polícia Civil de Mato Grosso segue investigando o caso para identificar outros possíveis envolvidos no esquema. Policiais de Dos Amargo cumprem ordens judiciais na segunda fase da operação Na primeira fase da operação da Polícia Civil de Dos Amargo foram cumpridos 17 mandados, sendo nove de busca e apreensão e oito de prisão temporária. A operação gerou investigação em dezembro de 2021, com informações que levaram a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) a prender uma pessoa nos termos da Lei com cocaína, arma de fogo, munições, bloqueadores de sinal e outros apetrechos. Segunda fase da Operação Dos Amargo da Polícia Civil de Cuiabá Apreensão de Entorpecentes Na segunda fase, a Polícia Civil expediu nove mandados de prisão preventiva. Desse total, três mandados de prisão foram cumpridos na Penitenciária Central do Estado (PCE), sendo dois deles contra alvos presos nos termos da Lei em ações anteriores. Além da ordem de prisão preventiva, a polícia também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão. Um dos investigados foi preso logo após o primeiro boletim de ocorrência feito pela polícia na primeira fase da operação, no ano passado. Ele pode ter se envolvido diretamente com um dos traficantes presos na época. O suspeito foi preso na Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros da capital, e foram apreendidos vários pontos de drogas, cocaína e mais de 20 comprimidos de ecstasy e LSD. Atualmente, ele está livre e sem tornozeleira eletrônica. Polícia Rodoviária Interestadual cumpre 25 mandados de prisão em operação antitráfico de drogas em Cuiabá Há três semanas, a Polícia Civil cumpriu 25 mandados de prisão preventiva contra suspeitos que integram rede de tráfico de drogas sediada em Cuiabá e com atuação em outros estados do país. Nessa fase da operação, foram cumpridos mandados nas cidades de Cuiabá e Vergea Grande, Tefé (AM), Rio de Janeiro (RJ) e Natal (RN). Durante esse período, a polícia executou mandados de busca e apreensão em 20 residências, bloqueou contas bancárias de indivíduos sob investigação e apreendeu veículos utilizados em atividades criminosas. A investigação revelou que o grupo possuía uma estrutura hierárquica definida, com membros responsáveis por diversas funções, como fornecimento, corretagem, distribuição, transporte e armazenamento de medicamentos.


















