VILNIUS – O enviado especial do presidente dos EUA, Donald Trump, John Cole, disse em 13 de dezembro que o presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, havia prometido bloquear o voo de balões meteorológicos do seu país para a Lituânia.
“Ele concordou recentemente em fazer todo o possível para parar o balão”, disse Kohl à Reuters em Vilnius, após dois dias de negociações com Lukashenko.
Os balões, usados por contrabandistas de cigarros, fecharam o aeroporto de Vilnius mais de uma dúzia de vezes nos últimos meses.
A Lituânia acusa a Bielorrússia de conduzir “ataques híbridos” ao facilitar esta atividade,
declarou estado de emergência
Sobre esta questão, apelou ao Congresso para autorizar o apoio militar à polícia e à Patrulha da Fronteira no combate aos contrabandistas.
Lukashenko disse em 9 de dezembro que a Lituânia estava exagerando no problema.
“Acredito que o presidente bielorrusso está sinceramente tentando acalmar a situação. Acho que levará tempo, mas acho que pode ser resolvido. O presidente quer relações normais com os países vizinhos e ele me garantiu”, disse Kohl.
“Sei que a Lituânia fez tudo o que pôde para impedir os receptores de tabaco e seja lá o que for, por isso penso que ambos os lados estão a trabalhar”, acrescentou.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse em 1 de dezembro que a situação na fronteira estava a deteriorar-se, classificando a incursão do balão como um “ataque híbrido” da Bielorrússia e “totalmente inaceitável”. Reuters


















