Depois vieram emendas separadas, que aumentaram 2,5 vezes entre os dois governos. Nos primeiros três anos do governo Bolsonaro, a destinação média para correções privadas foi de R$ 9,1 bilhões, totalizando R$ 27,3 bilhões. Durante o governo Lula, o preço médio aumentou para R$ 23,3 bilhões e foram comprometidos um total de R$ 69,8 bilhões.

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