O Congresso aprovou o orçamento de 2026 com receita estimada em US$ 6,5 trilhões aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta quinta-feira (1º), o orçamento de 2026. Houve veto à aprovação. A lei do presidente confirma o aumento do salário mínimo para R$ 1.621 em 2026. Com isso, o valor ficará R$ 103 acima dos atuais R$ 1.518. O reajuste de 6,79%, será aplicado a partir de janeiro – ou seja, o salário que o trabalhador recebe em fevereiro. Em dezembro, o Congresso Nacional aprovou a proposta orçamentária. O texto prevê reservas de R$ 61 bilhões para emendas parlamentares e previsão de superávit de R$ 34,5 bilhões nas contas governamentais no próximo ano. Paralelamente, o texto incluía cortes nos gastos previdenciários e em programas como Pay de Meia e Auxilio Gás. O presidente Lula participou da cerimônia do Palácio do Planalto para aprovar o projeto que amplia o leque de isenções e prevê um imposto de renda mínimo. Ton Molina/Fotoarena/Estadao Alteração de conteúdo 💰 A proposta prevê cerca de R$ 61 bilhões em reservas na alteração. 💰 Desse valor, R$ 49,9 bilhões são emendas que estão sob controle dos parlamentares, incluindo emendas individuais, de bancada e de comissão. A maioria é destinada a correções por governos (indivíduos e estados) com execuções obrigatórias. Este ano, serão destinados cerca de R$ 37,8 bilhões à reforma tributária (pagamentos obrigatórios). As emendas obrigatórias são de dois tipos: individuais (dirigidas a cada senador e deputado): R$ 26,6 bilhões; e Bancadas (cedidas às Bancadas Estaduais): R$ 11,2 bilhões. Há também reserva para deferimento de emendas de comissão, que não são vinculativas e dependem de aprovação do Planalto. O valor destinado a esta categoria será de R$ 12,1 bilhões. Além disso, o texto prevê R$ 11,1 bilhões em parcelas adicionais, gastos discricionários e projetos selecionados no Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC).

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