Outra opção de neuromodulação cerebral não invasiva é a estimulação elétrica transcraniana, onde o paciente recebe um pulso elétrico (em vez de magnético). O problema é que pacotes com cerca de 20 sessões custam entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. O médico lamenta que as técnicas disponíveis ainda sejam caras para o sistema público de saúde. Embora o implante de eletrodos para tratamento da doença de Parkinson faça parte da cobertura obrigatória do SUS, é limitado a poucos centros e não acessível à maioria. Quando consideramos que o método aumenta a plasticidade do cérebro, ou seja, a capacidade de adaptação do órgão após uma lesão e favorece a recuperação do tecido danificado, vemos que estamos diante de uma poderosa ferramenta de reabilitação.


















