NOVA IORQUE – Se “O Morro dos Ventos Uivantes” é um romance, é mais um tipo de coisa fervilhante do que desmaiada. Na verdade, seus personagens são acariciados a cada cem páginas. Mas, principalmente, é caminhar por terrenos baldios congelados, lutar contra doenças misteriosas e descarregar sua raiva na próxima geração.
Mas o único romance da autora britânica Emily Bronte está a revelar o seu apelo espinhoso a uma nova onda de leitores.

















