para palavras que valem a pena
Poeta da natureza, você chorou ao saber
Coisas que se foram e nunca mais voltam:
Infância e juventude, primeiro brilho de amizade e amor,
Fugiram como bons sonhos, deixando você de luto.
Eu sinto esses problemas comuns. eu tenho uma perda
O que você também sente, mas sou eu quem o condena.
Você era como uma estrela solitária cuja luz brilhava
Em alguma casca fraca no rugido da meia-noite do inverno:
Você está parado como se fosse um refúgio construído sobre uma rocha.
Sobre a multidão cega e em dificuldades:
Sua voz ecoou na pobreza digna
Canções dedicadas à verdade e à liberdade, –
Deixando isso de lado, você me deixa lamentar,
Depois de ser assim, você não deveria mais ser.
