O presidente Donald Trump apelou a que os gastos com a defesa dos EUA subissem para 1,5 biliões de dólares (1,1 biliões de libras) em 2027, no que chamou de “tempos muito conturbados e perigosos”.
Isso seria 50% mais do que o orçamento de 901 mil milhões de dólares deste ano, que foi aprovado pelo Congresso em Dezembro.
“Isso nos permitirá construir o ‘militar dos sonhos’ que há muito merecemos e, mais importante, nos manterá seguros e protegidos, independentemente do inimigo”, disse Trump nas redes sociais na quarta-feira.
Numa postagem separada, o presidente disse que iria reprimir os pagamentos aos patrões e acionistas das principais empresas de defesa dos EUA, a menos que as empresas acelerassem as entregas de armas e construíssem novas fábricas.
Os economistas já alertaram anteriormente que o fosso entre as despesas e os rendimentos dos EUA está a atingir níveis insustentáveis.
Mas Trump disse que Washington poderia “atingir facilmente” o seu orçamento de defesa proposto de 1,5 biliões de dólares, graças ao dinheiro arrecadado através das tarifas.
Trump tem pressionado por maiores gastos com defesa por parte dos EUA e dos seus aliados desde o seu primeiro mandato na Casa Branca.
Na quarta-feira, ele disse que a gigante de defesa dos EUA Raytheon era a “menos responsiva” às necessidades de defesa dos EUA e a mais lenta no crescimento da produção.
“Ou a Raytheon avança e começa a investir em investimentos mais iniciais, como fábricas e equipamentos, ou deixará de fazer negócios com o Departamento de Guerra”, escreveu Trump num post separado.
A BBC entrou em contato com a Raytheon para comentar.


















