WASHINGTON – O governo do presidente Donald Trump disse em 19 de agosto que procuraria visões “antiamericanas”, inclusive nas mídias sociais, ao decidir sobre o direito de morar nos Estados Unidos.
Os serviços de cidadania e imigração dos EUA, que lidam com pedidos de permanecer nos EUA ou se tornar um cidadão, disse que expandiria a verificação das publicações de mídia social dos candidatos.
“Os benefícios da América não devem ser concedidos àqueles que desprezam o país e promovem ideologias antiamericanas”, disse o porta-voz da agência Matthew Tragesser em comunicado.
“Os benefícios de imigração – inclusive para viver e trabalhar nos Estados Unidos – continuam sendo um privilégio, não um direito.”
A Lei de Imigração e Nacionalidade dos EUA, que remonta a 1952, define antiamericanismo que na época se concentrava principalmente nos comunistas.
Mas o governo Trump já se moveu agressivamente para negar ou rescindir vistos de curto prazo para pessoas consideradas contra os interesses da política externa dos EUA, especialmente em Israel.
As últimas orientações sobre decisões de imigração disseram que as autoridades também analisarão se os candidatos “promovem ideologias anti-semitas”.
O governo Trump acusou estudantes e universidades de anti-semitismo por protestos contra a ofensiva de Israel na faixa de Gaza, acusações negadas por muitos dos ativistas.
O Departamento de Estado disse em 18 de agosto que tem
revogou 6.000 vistos de estudante
Desde que o secretário de Estado Marco Rubio assumiu o cargo em janeiro. AFP


















