Nesta terça-feira, o MPRJ denunciou 6 pessoas por associação criminosa, lesão corporal e perjúrio ideológico. Seis pacientes transplantados no RJ foram submetidos a investigação laboratorial por falha no teste de infecção pelo HIV. Sede do PCS Lab Salem, Nova Iguaçu Rafael Nascimento/G1 Um tribunal do RJ determinou a prisão do sócio do PCS Lab Salem, Mathews Sales Teixeira Bandoli Vieira, como parte de uma investigação sobre fraude de órgãos de HIV. A notícia foi divulgada pela Bandnews FM na noite desta terça-feira (22) e posteriormente recebida pelo G1. Primo de Luizinho, ex-secretário de Estado da Saúde, Matthews Vieira foi uma das 6 pessoas condenadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) nesta terça-feira. A promotora Elisa Ramos pediu a prisão de Pittaro Neves Mathews, único dos acusados ​​a ser libertado, e a substituição da prisão temporária pela prisão preventiva para os demais. A defesa de Matthews disse que o pedido de prisão foi “arbitrário”, uma vez que ele cooperou com a investigação (ver nota completa no final desta reportagem). Os seis acusados ​​são: Mathews Sales Teixeira Bandoli Vieira, Sócio de Laboratório (libertado) Jacqueline Iris Barceler de Asis, Funcionário (preso) Walter Vieira, Sócio (preso) Evanilson Fernandes dos Santos, Funcionário (preso) Kleber de Olvera Santos, Funcionário (preso) ) ) Adriana Vargas dos Anjos, coordenadora (presa) Acusada de associação criminosa, lesão física e perjúrio ideológico. Além destes crimes, Jacqueline também é culpada de falsificação de documento pessoal. “Os arguidos tinham plena consciência de que os pacientes que recebem órgãos transplantados recebem imunossupressores para evitar a sua rejeição e que a aquisição de qualquer doença num organismo já frágil, especialmente o VIH, seria devastadora”, citou o procurador. Na denúncia, o MPRJ observou que, além de múltiplos exames com resultados falsos, as filiais do PCS “não possuíam sequer alvará de funcionamento ou licença sanitária”. O relatório da fiscalização da vigilância sanitária constatou 39 irregularidades entre elas presença de sujeira, insetos mortos e formigas em todas as bancadas do laboratório. “O que foi descoberto nesse procedimento não foi um incidente isolado, fruto de comportamento negligente. Mas demonstra a indiferença à vida e à integridade física dos pacientes transplantados e está presente em relatos de outros pacientes, que não hesitaram em alterar o procedimento induzido. protocolo de segurança. Somente Tucker para.” A Anvisa também descobriu que o PCS não possuía os kits para a realização dos exames de sangue nem apresentou comprovante de compra dos itens, levantando suspeitas de que os exames não foram feitos e os resultados podem ter sido falsificados. No documento, o MPRJ destacou a “existência de diversas ações indenizatórias” propostas contra o PCS por “erros de diagnóstico” e deu como exemplo o caso da dona de casa Tatien André, que teve teste de HIV falso positivo em laboratório. O defeito de nascença fez com que seu bebê recebesse tratamento para pessoas com a síndrome por 28 dias. A Polícia Civil concluiu a investigação do caso e indiciou seis investigados, incluindo cinco presos nas duas fases da Operação Verum. A Polícia do Consumidor (Diácono) representou sua prisão preventiva. Deacon continua investigando o processo de recrutamento do laboratório. “A análise do material apreendido poderá fornecer material para futuras investigações”, disse a Polícia Civil. Vigilância da saúde identifica lapsos do PCS Salem Leia mais: Polícia Civil divide investigação e inicia nova investigação sobre investigação de recrutamento do laboratório PCS para teste de HIV positivo após transplante pertence ao primo do ex-secretário de saúde Dr. Luizinho O HIV foi administrado pelo PCS ao nascer, e a criança, que estava em uso de antirretroviral há 28 dias para o transplante em janeiro, PCS Salim Reprodução/parceiro da TV Globo Walter Vieira descobriu a situação no dia 10 de setembro, quando um paciente transplantado foi ao hospital com sintomas neurológicos e incluindo teste HIV positivo; Antes disso não havia vírus. Este paciente teve um ataque cardíaco no final de janeiro. Desde então, as autoridades refizeram todo o processo e chegaram a 2 testes realizados pelo PCS Lab Salim. A primeira coleta foi feita no dia 23 de janeiro deste ano — foram doados rins, fígado, coração e córnea e, segundo o laboratório, todos eram não reativos para HIV. Sempre que um órgão é doado, uma amostra é guardada. A SES-RJ então testa novamente o material e detecta o HIV. Paralelamente, o departamento acompanhou outros receptores e confirmou que aqueles que receberam 1 rim cada também testaram positivo para VIH. Aqueles que receberam córneas não vascularizadas foram negativos. A mulher que recebeu o fígado morreu logo após o transplante, mas seu estado já era grave e sua morte não estava relacionada ao HIV. No dia 3 de outubro, outro receptor de transplante também apresentou sintomas neurológicos e testou positivo para HIV. Essa pessoa também não tinha o vírus antes da cirurgia. Ao cruzar os dados, eles chegaram a outro teste errôneo, um teste de doador realizado em 25 de maio deste ano. PCS Salim investigou quatro dos seis envolvendo reprodução laboratorial/Nota da TV Globo o que dizem ser uma nota do PCS Salim: “A defesa dos sócios do PCS Lab Salem considera o pedido de prisão de Mathews Vieira, que se apresentou voluntariamente à polícia para prestar depoimento, ser arbitrário e continuar a cooperar com as investigações criminais e administrativas A análise inicial do Haemorio mostrou resultado negativo para HIV que foi retestado, mas isso prova que dois relatos falsos são graves, pacientes infectados pelo HIV após transplante de órgãos receberão o apoio necessário. para si e suas famílias. As medidas de retaliação tomadas serão verificadas em laboratório.” Nota de Adriana Vargas: “A defesa de Adriana Vargas entende que a prisão, mesmo temporária, é totalmente injusta e está trabalhando para tirá-la da prisão o mais rápido possível. deveria ser responsabilizada, mas Adriana Para decretar uma medida tão grave quanto a decretação da prisão, deveria ter havido uma ampla ampliação das provas, o que não cabia no caso em questão, onde o delegado de polícia representava apenas a prisão por incoerência O depoimento, sem qualquer prova forte, ao final do inquérito processual, de ADRIANA Inocência será vindicado, mas os dias de prisão não serão injustamente esquecidos.”

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