Os professores de Asaad al-Shaibani ficaram perplexos quando o estudante de pós-graduação, um refugiado sírio, lhes disse em Novembro que teria de faltar a algumas aulas. Algumas semanas mais tarde, al-Shaibani reapareceu em Damasco no Gabinete do novo governo interino da Síria. Em 15 de janeiro, fez uma visita oficial à Turquia, onde viveu durante mais de uma década, como novo ministro das Relações Exteriores da Síria.

Nenhum país tem tanto a ganhar com uma Síria estável como a Turquia, e poucos têm tanto a perder se esta implodir. A Turquia acolhe mais de três milhões de refugiados sírios e quer que a Síria seja suficientemente segura para que muitos possam regressar. Nem qualquer outra potência externa tem uma agenda tão abrangente para a Síria. A Turquia quer sufocar a autonomia curda no norte da Síria, ajudar a construir um novo exército sírio e recuperar a influência num país que já controlou durante 400 anos.

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