
O STF começou a ouvir o julgamento contra o ‘Core 2’ do Gabinete do Procurador Geral (PGR) enviado ao Supremo Tribunal (STF) na noite de segunda -feira (22) e na noite de segunda -feira (22), as alegações finais contra o “Crai” de Crip Craip. De acordo com a Agência Bhasks da Marley Ferreira de Alanker Fernandes Sylvine, 6 réus devem ser condenados pelo crime: ato relacionado à extinção violenta da Lei da Organização Penal Armada (CP 359-L). O procurador -geral Paulo Gonet Brono disse que as atividades da agência criminal foram registradas e a conservação digital foi feita contra o golpe, contra o golpe, contra os recursos da União e as desvantagens dos documentos listados nos documentos. O procurador -geral enfatizou ainda que foi demonstrado que as autoridades, no momento do incidente, conscientemente insatisfeitas suas funções institucionais, especialmente sobre a responsabilidade de garantir a segurança pública e impedir a brutalidade que aconteceu com precisão. Segundo Gonette, os réus associados ao núcleo participaram da formação da autoridade e os neutralizaram, escrevendo um decreto que terminou com as bases democráticas do país e, pela segunda vez com a mapajamento do eleitor do oponente com a alta densidade dos eleitores, sua presença em 222. O início do complicado é permitido. Nesta fase, antes do julgamento, o acusado decidirá se deve ser condenado ou libertado. O STF terminou a audição com testemunhas do “corpo importante” do golpe na segunda -feira (2) quem é o acusado neste original? Os seis acusados fazem parte do grupo: Fernando de Sosa Olivira, chefe de polícia federal (PF) e ex-secretário executivo do Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF); Marcelo Costa Kemara, coronel da reserva e ex -presidente Zaire Bolsnero Advisor; Philip Garcia Martins Pereira, consultor especial de antigos assuntos internacionais em Bolsnaro; Ex -diretora de inteligência do Ministério da Justiça Marilya Ferreira de Alanker, dirigida por Anderson Torres; Ex -dois do Secretariado Geral da Presidência, a Reserva Geral de Bolsnero e a pessoa de confiança Maryo Fernandes; Sylvini Bhasks, ex -diretor geral da Polícia Federal da Rodovia (PRF). De acordo com o PGR de primeira classe do STF, o ‘Core 2’ decidiu construir membros dos réus do estado, que serão compostos de pessoas que têm “termos relevantes” que “dirigiram as agências”. Destes, o uso da estrutura da Polícia Federal da Rodovia (PRF) “para impedir a eficácia do sistema eleitoral e minar os valores democráticos, faz com que os eleitores participem contra o então presidente”. Além disso, o rascunho dos detalhes do decreto de golpe e os planos de matar as autoridades. A alegação final é a última oportunidade para o partido e a defesa do estado apresentarem seus argumentos antes do julgamento. Esses documentos são a mais recente consideração antes do exame. Esses são os ministros da Primeira Classe analisados, que decidem independentemente com base em todas as evidências do processo. O Gabinete do Procurador -Geral é revelado. Depois, há mais de 15 dias para apresentar os réus dos réus à sua defesa. As alegações contra o Core 2 foram enviadas pelo Gabinete do Procurador -Geral em fevereiro. Em abril, a Suprema Corte permitiu a abertura de ação criminal. Em julho, o processo entra no nível educacional com o exame e a coleta de depoimentos. As próximas etapas fecharam o prazo para a queixa, a medida poderá aceitar a primeira classe do tribunal para julgamento, ainda identificada. Esta discussão definirá o grupo que o grupo será condenado ou divulgado. O conselho julga a maioria, analisa a situação de cada acusado. Você pode seguir duas maneiras: liberar, se os ministros perceberem que não há crime ou escritor de grupo, por exemplo; Nesse caso, o processo é arquivado e não há punição. Condenando, se os magistrados chegassem à conclusão de que o grupo havia cometido o crime indicado pelo PGR; Nesse caso, eles apresentam a proposta da penalidade de cada situação individual. Em ambas as situações, a denúncia e a defesa podem atrair a Suprema Corte da Suprema Corte.


















