Diante das irregularidades constatadas, foram elaborados dois autos de infração ambiental por danos humanos, com um preço R$ 4.290 por danificar 0,78 hectares de vegetação nativa em fase inicial por pastoreio em objeto especial de conservação sem aprovação do órgão ambiental competente; e outros preços R$ 4,6 milhões Por danificar 0,92 ha de vegetação secundária em fase piloto na APP, sem aprovação da autoridade competente.

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