Mulher monitora celular na Avenida Paulista, em São Paulo Marcelo Brandt/G1 O Google anunciou nesta quarta-feira (12) que os novos celulares Android vendidos no Brasil a partir de dezembro sairão de fábrica com o “modo ladrão” ativado automaticamente. Lançado em maio de 2024, o recurso é oficialmente chamado de “Proteção contra Roubo”. Na época, ele precisava ser ativado manualmente — e isso continuou valendo para modelos mais antigos. O Brasil foi o primeiro país do mundo a contar com essa função, que está disponível em celulares com Android 10 ou superior. O “Modo Ladrão” combina dois recursos principais: 👋 Bloqueio de Detecção de Roubo: utiliza inteligência artificial para bloquear automaticamente a tela do celular ao detectar que o dispositivo foi tirado do usuário; 🔐 Bloqueio Remoto: Permite bloquear ou apagar remotamente os dados do celular mesmo que o proprietário não se lembre da senha da Conta Google em caso de roubo ou furto. Quanto ao primeiro, a tecnologia pode, segundo o Google, detectar vazamentos em pedestres, bicicletas, motos e carros. “Potencial roubo detectado: Este dispositivo foi bloqueado automaticamente para proteger seus dados” aparece logo após o roubo. Como ativar o modo ladrão Acesse “Configurações”; Selecione “Google”; Clique em “Todos os Serviços”; Escolha a opção “Segurança do dispositivo e proteção contra roubo” (em alguns celulares pode aparecer apenas como “Proteção contra roubo”); Os novos celulares Android no Brasil terão o ‘Modo Ladrão’ habilitado por padrão e habilitar o recurso na tela “Bloqueio de Detecção de Roubo” também exibe os recursos “Bloqueio de Dispositivo Offline” e “Bloqueio Remoto”. Parceria com Polícia Militar de São Paulo A Polícia Militar de São Paulo mantém parceria com o Google que permite bloquear celulares furtados ou roubados, desde que a vítima autorize. Segundo a empresa, desde que o primeiro-ministro começou a utilizar esta funcionalidade para responder a incidentes, em meados deste ano, os responsáveis ​​já ativaram o bloqueio remoto mais de 5 mil vezes para ajudar as vítimas. O g1 questionou o Google sobre a possibilidade de expandir a parceria para delegacias de outros estados. A empresa disse que está conversando com forças de segurança de outras partes do país e tem interesse na tecnologia de outros países, segundo Fabrizio Ferracioli, gerente técnico de parcerias Android do Google. Ele não revelou quais estados ou países estão em discussão.

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