Entre março e outubro deste ano, foram visitadas pessoalmente 91 UBS da capital. Os relatórios foram encaminhados à Fundação Municipal de Saúde (FMS) e ao Ministério Público do Piauí (MPPI). G1 entrou em contato com ambos e aguarda resposta Mais da metade das UBS de Teresina apresentam problemas estruturais, aponta CRM-PI André Nascimento/G1 O Conselho Regional de Medicina do Piave (CRM-PI) concluiu um mapeamento de fiscalização de 91 Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Teresina e relatou irregularidades em. estrutura física e Falta de medicamentos, equipamentos, insumos e vacinas essenciais. ✅ Acompanhe o canal g1 Piauí no WhatsApp. Visitado pessoalmente entre 20 de março e 31 de outubro deste ano. Os relatórios foram encaminhados à Fundação Municipal de Saúde (FMS) e ao Ministério Público do Piauí (MPPI). O g1 entrou em contato com o órgão e aguarda resposta sobre o assunto. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Segundo o conselho, as irregularidades encontradas incluem: falta de medicamentos essenciais como hipoglicemiantes, antibióticos, antiparasitários e anti-hipertensivos; Das 91 UBS, apenas 29 contavam com múltiplas equipes de Estratégia Saúde da Família (ESF) – compostas por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agente comunitário de saúde; 55 unidades – mais da metade – apresentavam algum tipo de problema estrutural como rachaduras, infiltrações, mofo, piso afundado, redes de água ou esgoto; 53 UBS apresentavam um ou mais equipamentos quebrados ou defeituosos, seja ar condicionado, bebedouros, cadeiras ou banheiros; Das 91 unidades, 32 estavam com falta de algum tipo de insumo, como gaze, algodão e luvas; Três UBS não estavam cadastradas no CRM-PI. Com a publicação do mapeamento, o conselho pediu medidas para não prejudicar a população de Teresina e de outras cidades que utilizam a rede municipal de saúde. Além disso, a empresa lembrou que as soluções poderão ajudar médicos e outros profissionais de saúde a trabalharem em condições de maior prestígio nas UBS. Relembre a crise sanitária de Teresina: UBS lotadas, fechamento de hospitais, reclamações da FMS: Linha do tempo mostra declínio da saúde pública de Teresina Já mortes na UTI do HUT, maior auditoria hospitalar de urgência do Piauí apresenta irregularidades no controle dos recursos de saúde de Teresina: ‘caótico e falta de planejamento’, disse TCE -A gestão do PI investiga o desvio de R$ 20 milhões do prefeito eleito de Teresina, Silvio Mendes FMS. Condenou a retirada de recursos O prefeito eleito de Teresina, Silvio Mendes (Unio Brasil), disse que em novembro deste ano, na transição do governo, o partido encontrou indícios de desvio de recursos dentro do FMS. O caso foi confirmado pela atual gestão (ver nota ao final do relatório). Segundo Silvio Mendes, os desvios apurados até o momento somam R$ 20 milhões. Segundo Mendes, o esquema era realizado por meio de clínicas privadas, que prestavam serviços à fundação, e eram pagos em múltiplos: 10, 20 e até 30 vezes o valor efetivamente devido. Ainda segundo Silvio, o desvio foi descoberto por auditoria a pedido de Ítalo Costa, atual presidente da FMS. O ministério disse que não poderia dar detalhes sobre o desvio, para não prejudicar a investigação. O presidente do FMS afirmou que, desde o início de sua gestão, em 2024, a pedido do prefeito Dr. Pessoa (PRD), a Fundação passou a formar uma equipe de auditores fiscais, que identificaram irregularidades. Segundo Ítalo, até o momento foram realizadas duas auditorias: a primeira ainda está em andamento e a segunda apontou desvio de recursos públicos. “A partir de janeiro de 2024, nosso foco está na reestruturação do FMS para reduzir custos e aumentar receitas. A auditoria, que já terminou num relatório parcial, começou no final de março e início de abril. Foi uma auditoria longa, onde estávamos fazendo algumas anotações e depois lançando uma auditoria com algo mais forte. Já denunciamos ao órgão competente, o Ministério Público Federal”, afirmou o gestor. Veja nota da FMS sobre denúncias de peculato: A Presidência da FMS informa que em relação à notícia de desvio de recursos na gestão da saúde na capital, informamos que se for um processo de auditoria interna o atual FMS Uma investigação conduzida pela administração, que foi um dos objetivos adotados e perseguidos pela atual gestão, que indiretamente busca fazer cumprir a lei, os procedimentos de evasão de custos e receitas que adotamos trata-se de investigação interna sigilosa, e encaminhamento imediato ao Ministério Público, após sua conclusão não poderemos fornecer maiores detalhes sob pena de prejuízo à auditoria, que ainda está em andamento FMS ???? Veja as últimas notícias do G1 Piauí ???? Acompanhe no Facebook, Instagram e X video Piauí: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

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